14 maio

Grandes Clássicos: GM Cadillac
Publicado em Grandes Clássicos por Autofácil

Com o slogan “Símbolo universal de excelência”, o Cadillac é um dos modelos clássicos mais conhecidos no mundo. Vertente luxuosa da General Motors, a marca abrange mais de 50 países. Fundada em 1902, como Cadillac Automobile Company, a empresa foi adquirida pela GM e se tornou uma montadora pioneira em diversas tecnologias.

Foram da Cadillac os primeiros automóveis totalmente fechados, com vedação prova à chuva e também com partida automática, em substituição às nada práticas manivelas que ficavam na parte frontal dos motores. A marca também ficou à frente quando, em 1927, utilizou um designer em lugar de um engenheiro para projetar a carroceria, dando aos seus carros arrojadas curvas e os “rabos de peixe” tão característicos da requintada montadora.

A partir daí, os modelos ficaram mundialmente conhecidos, sendo os principais o Cadillac De Ville (década de 40), o Cadillac Eldorado (década de 50) e o Cadillac Seville (década de 70), tornando-se sinônimos de glamour, pertencendo a chefes de estado, magnatas, membros da nobreza e artistas de Hollywood. Dos espaçosos SUVs aos envenenados conversíveis para duas pessoas, os atuais modelos da Cadillac continuam a fazer sucesso no planeta, principalmente nos EUA.

07 maio

Grandes Clássicos: Chevrolet Corsa GSi
Publicado em Grandes Clássicos por Autofácil

Não podemos falar em Grandes Clássicos sem mencionar o Corsa GSi. Lançado durante o Salão do Automóvel, em outubro de 1994, no Brasil, o modelo do Corsa mais rápido e gostoso de dirigir foi criado para concorrer diretamente com o Uno Turbo e o Gol GTI.

O Corsa GSi é um esportivo que foi trazido pela Chevrolet do Brasil diretamente da Hungria. O modelo contava com 16 válvulas e motor Ecotec (tecnologia de otimização de emissões e consumo), uma tecnologia proveniente da Europa, na qual a injeção multiponto sequencial, bomba de oxigênio e válvula de recirculação de gases de escapamento tornam o automóvel menos poluente.

Além disso, o GSi era classificado como um típico esportivo. O pára-choque dianteiro com faróis de neblina integrados, saídas laterais, spoiler traseiro, todos na cor da carroceria, além do painel com grafia própria e volante de três raios revestido em couro, conferiam ao veículo um ar sport fino.

30 abril

Grandes Clássicos: Jaguar XJ
Publicado em Grandes Clássicos por Autofácil

O Jaguar XJ foi criado em meio a uma grande contradição. O modelo apresentado em 1968, que foi um dos maiores e mais duradouros da empresa, nasceu com a previsão de durar apenas sete anos, mas acabou durando 24 anos.

O XJ6 foi assim batizado por conta de seu motor de seis cilindros com 4,2 litros e dois carburadores SU e 180 cv. Elegante, refinado e suave, o design deste sedã podia ser comparado a um esportivo, tamanha a sua maturidade. O automóvel ainda apresentava um acabamento sofisticado e itens de série que poderiam ser pagos à parte, como direção hidráulica, vidros elétricos e ar condicionado. Uma curiosidade do modelo eram os dois bocais de combustível (um ao pé de cada coluna traseira) e os dois tanques, com capacidade total para 105 litros.

O ápice de desempenho e status do Jaguar viria em 1972, com o XJ12, com novo motor V12 de 5,4 litros do E-Type, cujos 250 cv permitiam velocidade máxima de até 230 km/h.

O sucesso e desenvoltura dos modelos foi tanta que ficou impossível não classificar o XJ e a Jaguar como destaques nas criações de sedãs de sucesso.