07 março

Grandes Clássicos: Volkswagen Gol
Publicado em Você tem que saber por admin

Na segunda metade dos anos 70, a Volkswagem do Brasil encontrava-se em uma complicada situação. Era necessário desenvolver um sucessor para o Fusca, até então maior sucesso de vendas da empresa. Pouco tempo antes, a Volkswagem havia lançado a Brasília para competir com os modernos Fiat 147 e Chavrolet Chevette, modelos que estavam em destaque e prejudicando as vendas, tirando uma boa parcela mercado da Volks.

 

Entretanto, apesar do bom número de vendas, o modelo não era forte o suficiente para devolver a liderança absoluta à montadora alemã. Além da necessidade de construir um carro que impactasse o mercado e trouxesse de volta a fatia de mercado que estava perdendo para seus concorrentes, a Volks precisava escolher qual modelo europeu de carro de médio porte iria produzir em sua nova fábrica que estava sendo montada na cidade de Taubaté, em São Paulo.

 

Naquele momento, haviam duas opções: o pequeno Polo e o médio-pequeno Golf. Porém, as duas necessitavam de uma reformulação em seu projeto original, fator implicado pelos hábitos do condutor brasileiro. A equipe de engenharia então optou pelo Polo e iniciou os estudos para o desenvolvimento de uma plataforma mais robusta, que se adequase ao padrão brasileiro. As diversas alterações do projeto inicial do Polo resultaram no Gol, que chegou ao mercado em maio de 1980, em duas versões. Um visual atrante, frente em cunha, uma grande área envidraçada, faróis e lanternas minimalistas e pára-choques cromados compunham o visual externo do primeiro modelo do Gol. Internamente, um misto de Passat com a Variant II. Seu porta malas tinha capacidade para 380 litros, expansíveis para 1.200 litros com o rebatimento do banco traseiro. A caixa de câmbio dispensava a substituição de óleo por toda a vida do carro e o consumo atingia 15,8 km/l a 80 km/h constantes. Porém, mesmo com toda a inovação, o modelo trazia o fraco motor 1300, herança do Fusca. A decepção com a motorização do Gol foi tamanha que quase custou seu esquecimento.

 

Para resolver esse problema, no ano seguinte, a Volkswagen lançou o Gol 1600, com carburação dupla e um motor mais potente. O novo modelo corrigiria a maior falha de seu antecessor, consolidando o Gol como um dos maiores sucessos nacionais. O Gol está hoje em sua 5° geração, sucesso absoluto de vendas e representa, segundo a Volkswagen do Brasil, um terço do montante das vendas da montadora. Confira a ficha técnica do modelo 1600 que consagrou esse clássico brasileiro:

Motor:

Dianteiro, 4 cil. contrapostos, refrigerado a ar, 1584 cm3

Potência:

66 cv (4600 rpm)

Torque máximo:

12 mkgf (3200 rpm)

Câmbio:

Manual, 4 marchas, tração dianteira

Carroceria:

Hatch, monobloco, 2 portas

Dimensões:

Compr., 379 cm; larg., 160 cm; alt., 137 cm

Peso:

808 kg

Suspensão:

Diant.: tipo McPherson, braços triangulares e molas helicoidais. Tras.: semi-independente

Freios:

Disco na frente e tambor atrás

Direção:

Setor e rosca sem-fim

25 fevereiro

De olho na legislação de trânsito
Publicado em Fique de olho por Vinicius Mont Serrat

Trânsito

Não deveria, mas a legislação de trânsito brasileira não é muito conhecida pelos motoristas. E, por isso, muitas são as dúvidas sobre ela. Então, separamos algumas dúvidas frequentes sobre infrações e penalidades. Fique de olho! Continue lendo »

23 fevereiro

Mantenha-se atento aos mínimos detalhes
Publicado em É bom para o seu carro por Autofácil

Derrapar é um risco que veículo algum deve correr… Para evitar o susto há vários cuidados que devem ser tomados como observar se os pneus estão carecas, se a pista está molhada e se existem problemas com o sistema de freio.

Aliás, há um detalhe dentro do capô de todo carro que muitos proprietários mal sabem: o reservatório do fluido de freio. Você sabe para que serve o fluido de freio?

Foto: http://engineerography.com

Foto: http://engineerography.com

Ele transmite a força do pedal de freio para as rodas do veículo. É essencial para o funcionamento do sistema de freio. Quando algo está errado, o próprio carro avisa, há uma luz no painel que indica quando está baixo o nível do fluido.

Na maioria dos casos a luz é a mesma luz do freio de mão, o que confunde muitos motoristas. A diferença é que ela permanece acesa com o freio de mão destravado.

Se a luz do fluido de freio do seu carro está acesa, resista a tentação de completar o reservatório! Isso só deve acontecer em situações de emergência.

Existe um equipamento que você pode (e deve) ter em casa, a caneta para teste de fluido de freio… Ela detecta se há água ou outro tipo de contaminação no sistema.

Muitas vezes com forte calor o fluido pode evaporar e acumular solventes no reservatório. O que prejudica a resposta pedal-pneu no momento da frenagem.

Você já teve problemas com o fluido de freio e só descobriu depois, no mecânico porque não soube detectar a falha? Comente!